Visita ao Museu de Arte da Pampulha (MAP)

Croqui retratando parte da fachada e a lateral direita do MAP

O Museu de Arte da Pampulha (MAP), situado às margens da Lagoa artificial da Pampulha, faz parte das quatro construções que compõem o Complexo Arquitetônico encomendado, no começo da década de 1940, pelo, à época prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek, e projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Esse conjunto, eleito em 2016 como Patrimônio Mundial da UNESCO, é composto pela Casa do baile (hoje o Centro de Referência em Urbanismo, Arquitetura e Design de Belo Horizonte), o Cassino (atual MAP), a Igreja São Francisco de Assis e o Iate Golf Club (hoje em dia, Iate Tênis Clube). O Cassino, inaugurado em 1943, era procurado pelas camadas mais abastadas da sociedade mineira e funcionou por apenas três anos. Os jogos de azar foram proibidos em 1946 pelo presidente Eurico Gaspar Dutra, o que cessou as atividades do prédio como cassino. Por onze anos o a construção ficou sem uma função específica, apenas sediando eventos. Em 1957, com a Lei municipal nº 674, o prédio recebeu a função de museu, que desempenha até hoje. O MAP foi construído com uma estrutura de concreto armado, tem esquadrias de ferro e colunas internas revestidas com aço inox.
Desenho da estátua de Alfredo Ceschiatti, uma das que compõem o jardim do museu,  feito com a participação de colegas. Cada um fez uma impressão da estátua em 10 segundos. 
Outro desenho da mesma estátua, feito em três minutos. 

Fontes:









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