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Mostrando postagens de 2018

Diamantina - Entrevistas

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O grupo do porão foi divido em 4 duplas que foram alocadas para fazer entrevistas em diferentes áreas da cidade. A minha dupla foi Bárbara Contarini, e nós fomos designados para a praça da estação de Diamantina.  A entrevista foi baseada nessas perguntas:  Nesse Contexto, lá entrevistamos quatro homens.  Na maioria das entrevistas, os homens se declararam pedreiros, sendo que um deles, já havia trabalhado em uma reforma da Casa da Glória, segundo ele, nos anos 1990. Eles declararam que não existem muitas opções de lazer na cidade, a maioria delas se resumindo a bares. Um deles em especial disse que gosta de frequentar as praças da cidade. Além disso, a fala mais marcante foi de um dos entrevistados, de meia idade, que disse que não era conferido o valor histórico devido que a cidade de Diamantina tinha. Ele acreditava que tanto a geração dele, quanto as posteriores não cuidavam da cidade e a prestigiavam da maneira merecida. 

Inspirações e ideias para a intervenção no porão

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Primeiramente, o grupo do porão fez um brainstorm com ideias de o que poderia usado em uma possível intervenção nesse espaço.  Conforme o pesquisa solicitada nas referências de obras interativas disponibilizadas no blog dos professores (http://aia20181.blogspot.com/2018/05/exercicio-de-design-de-interacao-para.html). O grupo começou a ter inspirações para a nossa requalificação do ambiente da Casa Da Glória selecionado.  As cinco inspirações que o grupo escolheu dentro das referências e de pesquisa própria foram:  Laser Harp ( https://www.youtube.com/watch?v=WkkhcwXpYy4) Reconfigurable House (https://www.youtube.com/watch?v=5_6zD8mFI28) Objeto interativo da UFSJ (https://www.youtube.com/watch?v=kktng5FyUl0) Just drops in time, nothing (https://www.artgallery.nsw.gov.au/collection/works/276.2002/) Jean Tinguely Museaum (https://www.youtube.com/watch?v=b4iXF-LIYi0&feature=youtu.be) Após, o drops sobre elétrica e o uso de arduínos, cr...

Storyboard

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Após um drops dos professores de AIA sobre storyboards e as suas aplicações no planejamento de filmes, nos foi sugerido criar um para o vídeo que explicasse de outras formas, além da visual, como seria a intervenção no porão da Casa da Glória.  Storyboard do grupo, feito por Marina Rohlfs. Representação gráfica das cenas.  Explicação de cada cena

A Intervenção

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No dia 12 de Julho de 2018, foi feita uma exposição no Museu de réplicas de obras de Aleijadinho da Escola de Arquitetura e Design da UFMG. Em que o grupo mostrava como seria a intervenção no porão da Casa Da Glória. Foram expostos os banners e o vídeo da intervenção.  Confira o Banner (PDF)      Você também pode assisti-lo por aqui   

Diamantina - Croqui Prefeiura

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Croqui da Prefeitura municipal de Diamantina, MG, em 19/04/18. Feito em cinco minutos. 

Pergunta sobre o virtual

Seguindo a recomendação de leitura dos professores de AIA dos textos:  Baltazar, Ana Paula e José dos Santos Cabral Filho. 'Magia além da ignorância: virtualizando a caixa preta, texto publicado no livro FAD (Festival de Arte Digital), 2011.  Baltazar dos Santos, Ana Paula, 'Por uma arquitetura virtual: uma crítica das tecnologias digitais'.  Revista AU, Arquitetura e Urbanismo , São Paulo, nº 131, 2005, pp. 57–60. Flusser, Vilem. 'Design: obstáculo para remoção de obstáculos?'.  O mundo codificado , São Paulo: Cosac Naify, 2008, pp. 193–98. Haque, Usman, 'Arquitetura, interação e sistemas, Arquitetura & Urbanismo, agosto de 2006, pp. 68–71.  Nós, do grupo do Porão,  elaboramos a seguinte pergunta :   Em seu texto, Flusser evoca a seguinte questão: "Posso configurar meus projetos de modo que os aspectos comunicativo, intersubjetivo e dialógico sejam mais enfatizados do que o aspecto objetivo, objetal, problemático?"...

Visita Inhotim

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No dia 7 de junho de 2018, fizemos uma visita ao Inhotim. Nós seguimos o seguinte roteiro:  Seguindo as instruções, o grupo escolheu a galeria da artista Adriana Varejão. Abaixo, meus croquis:  Perspectiva Externa da galeria Perspectiva interna do primeiro andar da galeria

Intervenção Porão - Photoshop

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A partir de fotos tiradas pelo grupo no porão da Casa da Glória, podemos manipular as imagens no programa Adobe Photoshop a fim de transmitirmos como será a intervenção no local. Os materiais que seriam utilizados são:   • 12 speakers , sendo,  no mínimo, 6 pequenos • 1 pacote de fio (de telefonia) de 15m • Nylon  • Aproximadamente 70 leds • 3 lâmpadas iguais (frias, de iluminação branca / amarelada, de 300 a 400K) • Aproximadamente 4 arduínos ( wireless , nano e 2 Uno ou similares) • Computador • Cabo USB  • 20 LDR's • Sensores infravermelho • Projetor ( e cabos que o liguem ao computador) • Extensões

Diamantina - SketchUp do porão

Por meio de uma medição triangulada do ambiente foi possível criar um modelo tridimensional do porão, no SketchUp.   Confira o vídeo da maquete 3D

Diamantina - Local e Performance

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O porão da Casa Da Glória já foi usado nos tempos do Colégio Nossa Senhora das Dores como uma adega destinada a estocar a produção de vinhos da casa.  A escolha desse porão como o espaço para a intervenção do grupo, se deu após percebermos que tal local é de certa forma segmentado do resto da casa. Apesar de ser o oitavo ponto de visita do tour auto guiado pelo casarão, o porão é um local de difícil acesso (O lado da casa em que ele está localizado fica trancado na maior parte do tempo), que está muito sujo e degradado. Entretanto, nós sentimos que esse lugar tem  e uma ambiência muito forte e, por isso, um potencial muito grande para intervirmos. A ocupação do espaço do porão com o corpo foi desenvolvida após inúmeras sessões de brainstorm entre o grupo sobre as sensações que tínhamos estando no porão. Depois, selecionamos as palavras que eram mais significantes para a experiência do porão, e as colocamos em uma rede de implicações. Em tal rede, nós as associamos à uma...

Objeto no Hall da EAD

O objeto foi feito a partir de uma placa de papelão de 1,20 metros por 1 metro. Tal objeto foi feito buscando ter reversibilidade e interatividade, e, mormente, programática. Isto é, a interface dessa peça não limitaria a experiência do usuário, deixando possibilidades não previstas para o uso.

Ocupação do hall de entrada da EAD

Este é o áudio da ocupação Ocupação do Hall de entrada da EAD feita pelo meu grupo (Alice Bax, Carolina Mazzieiro e Bruno Scavazza). O vídeo da esquerda é perspectiva interna, e o da direita pela externa.

Perspectivas hall de entrada da Escola de Arquitetura e Design (EAD)

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A proposta da atividade era escolher e desenhar dois pontos de vista do hall de entrada da EAD, e dois externos da entrada da escola. Tanto no primeiro desenho, quanto no segundo, seria feito um dos dois desenhos com dois pontos de fuga, isto é, olhando perpendicularmente para uma aresta. e o outro desenho com um ponto de fuga.  Desenho com um ponto de fuga do hall de entrada se olhando da escada para o lado de fora.  Perspectiva externa de um ponto de fuga se olhando a escola do lado posto da rua Gonçalves Dias.  Desenho do hall de entrada da escola com dois pontos de fuga.  Perspectiva externa com dois pontos de fuga se olhando da esquina das ruas Paraíba e Gonçalves Dias. 

Visita ao Museu de Arte da Pampulha (MAP)

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Croqui retratando parte da fachada e a lateral direita do MAP O Museu de Arte da Pampulha (MAP), situado às margens da Lagoa artificial da Pampulha, faz parte das quatro construções que compõem o Complexo Arquitetônico encomendado, no começo da década de 1940 , pelo, à época prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek, e projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Esse conjunto, eleito em 2016 como Patrimônio Mundial da UNESCO, é composto pela Casa do baile (hoje o Centro de Referência em Urbanismo, Arquitetura e Design de Belo Horizonte), o Cassino (atual MAP), a Igreja São Francisco de Assis e o Iate Golf Club (hoje em dia, Iate Tênis Clube). O Cassino, inaugurado em 1943, era procurado pelas camadas mais abastadas da sociedade mineira e funcionou por apenas três anos. Os jogos de azar foram proibidos em 1946 pelo presidente Eurico Gaspar Dutra, o que cessou as atividades do prédio como cassino. Por onze anos o a construção ficou sem uma função específica, apenas sed...

O Zero e o Um

A computação ocupa sem dúvida um espaço enorme nas nossas vidas, mormente desde os anos 1990. Essa ciência é completamente baseada nos números zeros e uns que compõem sua programação.  Tais números frequentemente são vistos como opostos, o zero é considerado nada, e designa pessoas como ninguéns. Já o um é visto como o superior, e aponta pessoas como melhores. Estamos acostumados a transferir tal lógica para nossas vidas e classificamos tudo em dois opostos, como, por exemplo, bom e ruim, preto e branco, bem e mal, rico e pobre, feliz e triste, bonito e feio, homem e mulher, certo e errado, entre muitos outros. Essa mania de polarizar tudo acaba nos cegando para muitas coisas que estão entre os dois extremos. A cidade pode ser analisada sob essa ótica preconceituosa de divisão em opostos. É possível pensar no caso de áreas ricas da cidade e aglomerados por exemplo. Analisando ambos os locais podemos classificar um, de um lado, como um sítio urbanisticamente mais organizado, com uma...

Roupa e Arquitetura

Em uma primeira análise, soa estranho comparar roupa à arquitetura. As duas, entretanto, têm muito em comum, elas, por exemplo, podem refletir a posição social e a personalidade de uma pessoa, e de uma forma mais ampla refletem uma sociedade no tempo e no espaço. Por mais que seja possível compará-las em muitos aspectos, é mais fácil pensarmos nas diferenças que elas têm entre si. A vestimenta, por exemplo, é uma forma de nos expressarmos que é mais transitória do que a arquitetura. A primeira pode representar um estado de espírito momentâneo de uma pessoa. Apesar de muitas vezes retratarmos a arquitetura como algo dinâmico, que muda com o uso das pessoas, mesmo que pensada de uma forma pode ser utilizada de outra completamente diferente, ainda sim, a arquitetura é algo mais estático. Nós trocamos de roupa algumas vezes ao dia, substituímos o tipo de roupa que usamos de acordo com a época do ano, por outro lado, a arquitetura é planejada de forma a suportar quase qualquer tipo de força...

Reflexão sobre "Animação Cultural" por Vilém FIusser

O elo entre o homem e as suas criações, os objetos, sempre foi um assunto tratado na perspectiva do vínculo de serventia ao homem desses seres inanimados e pouco abordado no ponto de vista dos objetos. Contemplando a discussão abordada pela mesa redonda sobre tal relação entre a humanidade e os objetos, o que mais me interessa é a ideia do complexo de inferioridade dos homens em relação a tais seres. Tal insegurança fica evidente na tentativa de nos autoafirmar os seres mais inteligentes do planeta e o topo da cadeia alimentar. Essas alegações caem por terra ao refletirmos que não somos nada sem os objetos que fizemos. Nesse contexto, nossas vidas giram em torno do consumo de objetos, e nosso entretenimento em torno de televisões e, mais atualmente, dos celulares, o último nos controla de tal forma que a comunicação cara a cara das pessoas diminuiu drasticamente e a posse desse objeto se tornou quase obrigatória. Caso não usufruamos desse aparelho, caímos quase em exclusão completa. Al...